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Até o momento, temos 11.040 vias cadastradas em 1.893 locais de 453 cidades de 24 estados brasileiros, sendo 5.081 vias de Esportiva, 5.068 vias de escalada Tradicional Clássica, 662 vias de Bouldering, 78 vias de Artificial, 68 vias de Big Wall, 61 vias de Tradicional Esportiva, 9 vias de Psicobloc, 8 vias de Descida, 4 vias de Esportiva de Exposição e 1 via de Highball Bouldering.

VIA CRAZY MUZUNGUS

Data Ocorrência — 11/07/1999
Escalada Guapimirim — Rio de Janeiro Subindo

Local do Acidente

Pedra do Garrafão
Guapimirim
Rio de Janeiro

Contexto da Atividade

Escalada
Subindo
Rocha

Causas e Fatores Contribuintes

Falha humana / imperícia
Sim
Segurança inadequada

Envolvidos

1
Adulto jovem (18–25 anos)
Masculino
Dupla
Sim
Sim
Avançado (>3 anos)

Consequências

Sim
Sim
lesao_orgao_interno

Resposta e Resgate

Sim
Helicóptero

Relato Detalhado

Vítima principal: Eduardo Barão. Queda de 120 metros na Pedra do Garrafão, durante uma falha na transição de cordas em etapa de ascensão por jumar. A vítima sofreu ruptura do baço, mas sobreviveu ao acidente. Causa: Queda livre (120 metros). Idade/Sexo/Faixa etária: 20 / Masculino / Adulto jovem. Tipo de lesão: Lesão a órgãos internos (ruptura do baço). Tipo de resgate: Helicóptero / Maca. Fonte(s): Folha de Londrina / Agência Estado.

Sugestões de Prevenção

Durante uma ascensão por jumar, qualquer transição entre cordas ou sistemas de progressão deve ser previamente planejada e executada com proteção redundante, mantendo o escalador conectado de forma independente ao sistema seguro durante toda a operação. A transferência de peso de um sistema para outro deve ocorrer somente depois de confirmada a correta instalação e travamento dos novos pontos de conexão. É recomendável utilizar dois pontos de conexão independentes durante a transição, de modo que a remoção ou transferência de um deles não deixe o escalador desprotegido. Antes de desconectar o sistema anterior, deve-se realizar uma checagem completa das conexões, incluindo mosquetões, bloqueadores, cordas, ancoragens e pontos de fixação. Em atividades complexas ou realizadas em grande exposição, procedimentos padronizados e uma conferência cruzada por outro escalador podem reduzir significativamente a possibilidade de erro. A experiência do praticante não deve ser utilizada como justificativa para simplificar ou omitir essas verificações.

Este relato foi publicado de forma anônima em conformidade com a LGPD (Lei nº 13.709/2018). Os dados de contato do relator não são divulgados.