Escaladas.com.br

Até o momento, temos 11.040 vias cadastradas em 1.893 locais de 453 cidades de 24 estados brasileiros, sendo 5.081 vias de Esportiva, 5.068 vias de escalada Tradicional Clássica, 662 vias de Bouldering, 78 vias de Artificial, 68 vias de Big Wall, 61 vias de Tradicional Esportiva, 9 vias de Psicobloc, 8 vias de Descida, 4 vias de Esportiva de Exposição e 1 via de Highball Bouldering.

COSTÃO DO PÃO DE AÇÚCAR (VIA NORMAL)

Data Ocorrência — 24/01/2004
Escalada Rio de Janeiro — Rio de Janeiro Subindo

Local do Acidente

Pão de Açúcar
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

Contexto da Atividade

Escalada
Subindo
Rocha

Causas e Fatores Contribuintes

Queda / Escorregão
Sim
Sem capacete Equip. inadequado Segurança inadequada Habilidades excedidas

Envolvidos

1
Adulto (26–35 anos)
Masculino
Sozinho
Nao
Nao
Iniciante (<1 ano)

Consequências

Sim
Sim
Fratura

Resposta e Resgate

Sim
Helicóptero
Sim

Relato Detalhado

O mineiro Acácio Oliveira Castro, de 33 anos, fraturou o tornozelo e o braço ao cair de uma altura de aproximadamente 20 metros, enquanto tentava fazer, sem corda, o lance do crux do Costão do Pão de Açúcar. Em 30/12/2003, o local havia sofrido alterações após a constatação, pela Geo-Rio e por escaladores, de que os blocos que compunham o "totem" estavam completamente soltos e poderiam cair a qualquer momento, ameaçando a segurança das pessoas que por ali passavam. Antes da remoção dos blocos soltos, o lance costumava ser realizado por pessoas leigas quase como se fosse uma trilha — ou uma via de 1º grau de dificuldade. Após a remoção, porém, o trecho passou a constituir efetivamente uma via de escalada, com um lance de 3º grau de dificuldade, exigindo o uso de equipamentos de escalada. Foi necessário realizar o resgate por helicóptero. Fonte: O Globo, 30/01/2004.

Sugestões de Prevenção

Antes de qualquer atividade, é importante consultar informações atualizadas sobre a via, sua graduação e suas condições, além de avaliar corretamente as consequências de uma eventual queda. Quando houver exposição significativa, a progressão deve ser feita com corda, cadeirinha, capacete e sistema de segurança adequado, evitando a prática em solo. Também é recomendável que pessoas sem experiência em escalada não tentem superar lances técnicos apenas porque estes parecem fáceis ou porque anteriormente eram percorridos sem equipamentos.

Anexo

Anexo do relato

Fonte: O Globo

Este relato foi publicado de forma anônima em conformidade com a LGPD (Lei nº 13.709/2018). Os dados de contato do relator não são divulgados.