Até o momento, temos 11.040 vias cadastradas em 1.893 locais de 453 cidades de 24 estados brasileiros, sendo 5.081 vias de Esportiva, 5.068 vias de escalada Tradicional Clássica, 662 vias de Bouldering, 78 vias de Artificial, 68 vias de Big Wall, 61 vias de Tradicional Esportiva, 9 vias de Psicobloc, 8 vias de Descida, 4 vias de Esportiva de Exposição e 1 via de Highball Bouldering.
Tipo de escalada predominante: agarras e aderência
Extensão: 55 metros
Descrição: Via com proteção mista e chapeletas de aço inoxidável.
1ª enfiada: saída pela base de uma formação que parece uma cascata ou dreno d'água. Suba quase na vertical protegendo com peças móveis até chegar à primeira proteção fixa a 45m, depois siga mais 13m até a segunda e mais 2m até a parada dupla P1
Descida por dois rapéis, da parada dupla até a P1 da via "Cavalo Alado", e daí até o chão.
Histórico da conquista, por Samir:
"02/03/2019 - conquista da 1ª enfiada - fim de semana de muitos planos, principalmente para compensar que não fora a Caçapava do Sul com amigos e comer aquele churrasco de ovelha no Sr.Manoel, gente finíssima. Para compensar, propus a conquista de 3 vias ou 120m no sábado e domingo. Parece fácil pois já conquistei muitas vias no toque de caixa. Só que a Vila Cristina é muito quente no verão e quando o sol aparece é quase impossível ficar no sol. A rocha começa a esquentar e logo começa a irradiar calor. Como o Juliano estava cansado e o resto da turma não estava na área, resolvi fazer o que gosto: conquistar em solitário. É nessas horas que você tem que fazer tudo certo, ser cuidadoso e .... êpa, muita regra, vou é esticar sem me convencerem a proteger. E assim saí cedo de casa com equipamento de conquista, costuras e uma corda de 40m e outra de 20m. Não levei nada de proteção móvel pois já estava bem carregado e não teria mais que 4 horas até o sol aparecer. Às 7:15 estava na base do rochedo e resolvi subir a via "Cavalo Alado" para ver se tinha continuidade. Chegando na parada com todo equipamento, vi que a única continuidade sem interferir na linha da "Pegasus" seria em diagonal à esquerda. Mas, também vi que tinha uma sequência reta desde lá de baixo, também à esquerda. E assim, para agilizar, fixei a corda de 40m e rapelei. Chegando à base, fui até a saída que é numa formação que parece uma cascata ou dreno d'água. Como o tempo estava correndo e tinha apenas a corda de 20m, resolvi esticar o máximo. Na subida, vi que tinha locais para proteger em móvel. Então, nem me preocupei e fui indo sem proteger. Aos 45 m fixei a primeira proteção, 13m mais acima, a 2ª proteção e mais 2m a parada dupla. O sol já estava subindo a parede e logo estaria me torrando. Precisava sair logo pois, no dia seguinte, tinha planos de chegar antes e teria parceria do Guila e talvez do Juliano. Como tinha a corda de 20m, rapelei no simples até a P1 da "Cavalo Alado" para pegar a corda de 40m e subir novamente para depois rapelar novamente até a parada P1 da "Cavalo Alado". A partir desta parada foi só emendar as duas cordas e rapelar até o chão com uma passagem de nó no meio do rapel. Complicado né, mas esta é a ideia. Muitas vezes procuro complicar as coisas para encontrar um pouco de aventura.
Nome da via: a via inicia pelo parte baixa de uma espécie de cachoeira ou "Caminho das Águas" que descem lá do topo do morro."
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